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Tarô

O tarô é um conjunto de cartas divididas em dois grupos: Arcanos Maiores e Arcanos Menores.

Os Arcanos Maiores compreendem a simbologia dos arquétipos onde o louco (arcano 0) é a base e estrutura dos arcanos, desde o Mago, arcano I, ao arcano XXI, o Mundo. Portanto, os arcanos maiores montam simbolicamente a vigem do louco rumo ao desconhecido.

Os Arcanos Menores são extraídos dos quatro naipes da cartomancia, sendo acrescentado o valete.

Alguns tarôs são representados simbolicamente por imagens mitológicas e culturais, como é o caso do tarô egípcio, onde seus arcanos menores expressam uma simbologia com estruturas gráficas de imagens diferenciadas dos tarôs clássicos, descaracterizando, assim, a estrutura dos naipes da cartomancia.

Não se sabe ao certo onde e como surgiu o tarô. Alguns estudiosos e autores, acreditam que o tarô tenha surgido no Egito e, posteriormente, foi trazido por sacerdotes do continente da Atlântida. Outros atribuem aos ciganos o surgimento das cartas. Sabe-se que os povos ciganos são dotados de artes divinatórias, no entanto, há estudos relatando que os ciganos teriam difundido o próprio baralho por meio de outra estrutura arquetípica diferente do tarô, entre o século XIV e XV. Por serem nômades, é possível que alguns ciganos possam ter divulgado e apreciado as cartas do tarô, utilizando-as, assim, em suas previsões oraculares.

O tarô é um jogo de cartas que não se perdeu no tempo, pelo contrário, ganhou novas formas, novos pensamentos, ideias e propagação em diversas culturas, surgindo, por isso, vários traços e pinturas simbólicas, mas procurando manter sua simbologia. 

No Brasil, o tarô ganha um cenário de destaque, valorização da história cultural e criatividade na construção dos símbolos e imagens, desde a década de 1980. As cartas mais populares são advindas do Tarô de Marselha, considerado um clássico, que inspira e remonta toda participação europeia no processo de formação oracular do tarô.